Sistema de Aterramento Elétrico em Recife e Pernambuco
Projeto e instalação de malha de aterramento, hastes cooperweld com solda exotérmica, medição com terrômetro e emissão de laudo técnico. Para subestações, SPDA, indústrias, hospitais e condomínios — conforme NBR 5410, NBR 5419 e normas Neoenergia.
Sem aterramento, a corrente de fuga passa pelo seu corpo
Sem um sistema de aterramento adequado, qualquer equipamento — e até a torneira tocada por uma pessoa — pode conduzir corrente de fuga direto pela rede, com risco de eletrocussão fatal. Além disso, sem aterramento funcional, equipamentos sensíveis como tomógrafos, servidores e CLPs industriais sofrem com ruídos, harmônicos e queimas frequentes.
A Exitogrid executa o aterramento completo: medição de resistividade do solo com terrômetro, projeto da malha, cravação das hastes, conexões por solda exotérmica e emissão de laudo técnico com ART.
? Riscos de aterramento inexistente ou mal executado
? Aterramento e proteção diferencial
O aterramento é o parceiro obrigatório do DR (Dispositivo Diferencial Residual). Sem aterramento, o DR do seu quadro de distribuição não consegue detectar fugas e não desarma — deixando pessoas expostas a choque. É por isso que NBR 5410 exige ambos.
Cada aplicação exige um tipo específico
O tipo de aterramento depende da finalidade (proteção ou funcional), do esquema da instalação e das normas aplicáveis.
Aterramento de Proteção (PE)
Objetivo: proteger pessoas contra choque elétrico. Todas as massas metálicas (carcaças de motores, tubulações, estruturas) são conectadas à terra. Quando ocorre fuga, a corrente escoa pela terra e o DR desarma, desligando o circuito.
- Residências, comércios e condomínios
- Todas as instalações com QDC e QGBT
- Carcaças de motores e equipamentos
Aterramento Funcional
Vai além da segurança: garante operação correta de equipamentos que exigem referência de tensão limpa. Filtros de harmônicos, isolamento de ruído e referência de potencial zero para servidores, tomógrafos, CLPs e automação industrial.
- Data centers e salas de servidores
- Hospitais (tomografia, ressonância)
- Indústrias com CLP e automação
- Estúdios de áudio e telecomunicações
Aterramento para SPDA
Malha de dissipação que recebe a descarga atmosférica captada pelo sistema de para-raios e a conduz com segurança para o solo. Sem essa malha, o SPDA é apenas um captador inútil — a energia do raio não tem para onde ir.
- Edifícios com SPDA instalado
- Torres de telecomunicações
- Galpões industriais e fábricas
- Subestações e painéis ao tempo
Aterramento de Subestação
Malha dimensionada para dissipar correntes de curto-circuito em média tensão (13,8kV). Exige cálculo de tensão de toque e passo, além de coordenação com o projeto da subestação. Utiliza cabos de cobre nu de 70mm² a 95mm² em malha enterrada.
- Subestações abrigadas e aéreas
- Cabines primárias industriais
- Subestações de entrada de energia MT
Aterramento com Tratamento Químico
Quando o solo natural (rochoso, arenoso ou extremamente seco) tem resistividade alta demais para atingir =10O apenas com hastes. Aplicamos gel higroscópico ou bentonita ao redor das hastes, reduzindo a resistividade e mantendo umidade permanente.
- Regiões com solo rochoso (Agreste/Sertão PE)
- Instalações em terrenos arenosos (litoral)
- Aterramentos que não atingem =10O
Medição e Laudo de Aterramento
Medição da resistência de aterramento com terrômetro digital calibrado (método Fall of Potential). Emissão de laudo técnico com valores medidos, fotos do sistema, parecer de conformidade e ART do engenheiro responsável. Exigido para habite-se, seguros e renovação de alvarás.
- Vistoria Neoenergia para habite-se
- Renovação de alvará e seguro
- Auditoria de NR-10
- Verificação periódica de SPDA
Da medição do solo à entrega do laudo em 7 etapas
Medição de resistividade do solo
Com terrômetro digital calibrado, medimos a resistividade em vários pontos do terreno (método Wenner de 4 pinos) para determinar a configuração ideal da malha.
? 1 diaProjeto da malha de aterramento
Definimos quantidade de hastes, espaçamento, tipo de condutor, esquema de aterramento (TN-S, TN-C-S, TT) e integração com quadro de distribuição e SPDA.
? 2-3 diasEscavação das valas
Abertura de valas com profundidade mínima de 50cm para enterramento dos cabos de cobre nu e posicionamento das hastes. Respeitamos espaçamento conforme projeto.
? 1-2 diasCravação das hastes cooperweld
Hastes de aço com revestimento de cobre (cooperweld) cravadas verticalmente a 2,4m ou 3,0m de profundidade. Com tratamento químico quando o solo exige.
? 1 diaSolda exotérmica (Cadweld)
Todas as conexões entre cabos e hastes são feitas por solda exotérmica — fusão molecular que não se solta, não oxida e mantém condutividade por décadas. Zero grampos mecânicos.
? 1 diaMedição final e ajustes
Medimos a resistência total do aterramento com terrômetro. Se não atingir =10O, adicionamos hastes ou aplicamos tratamento químico até atingir o valor exigido.
? 1 diaLaudo técnico e documentação
Entregamos laudo técnico completo: valores medidos, fotos, esquema do aterramento executado, parecer de conformidade com NBR 5410/5419 e ART registrada no CREA.
? 2 diasAterramento para cada tipo de instalação
🏭 Indústrias
Malha de aterramento para subestações, CCMs e motores. Aterramento funcional para CLPs e automação. Proteção contra tensão de toque e passo.
🏥 Hospitais e Data Centers
Aterramento funcional isolado para tomógrafos, ressonância, servidores e equipamentos de TI. Resistência =5O com malha dedicada separada do PE geral.
🏠 Condomínios
Aterramento integrado com entrada de energia, SPDA e quadros de distribuição. Exigido para habite-se e vistoria Neoenergia.
🏪 Comércios e Torres
Aterramento para proteção de equipamentos de climatização VRF, sistemas de segurança, CFTV e telecomunicações. Integrado ao quadro de distribuição.
Perguntas sobre aterramento elétrico
Aterramento correto é investimento que evita tragédias
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